E ele não é mais ou menos homem (com sorte e um pouco de inteligência nem passou isso por sua cabeça) por escrever uma música como se fosse uma mulher, ele é o que é. O que somos. Femininos e masculinos dentro de um mesmo gênero.
Acho infantil acreditarmos que poesias que falam o quanto a mulher é especial por ser mulher podem retratar a complexidade de ser algo, alguém ou alguma coisa. Ser humano é possuir dois lados, é não caber dentro de um adjetivo. E não estar em conflito com nenhum deles é motivo de comemoração.
Ao invés de postar uma poesia bem comum ou discurso feminista bem batido, gostaria de refletir na obra do artista a comemoração de não precisarmos ser alguma coisa para sermos celebrados, somos tudo.
Feliz dia dos lados. Dos dentros fora e dos foras dentro. Da união do feminino e do masculino. Do indefinido, tão bom de ser humano. Chega de sexismo.
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